A Segunda Guerra Mundial foi o maior evento do século XX. Jambocks! conta a história do 1º Grupo de Aviação de Caça brasileiro através dos olhos de Max, um jovem pacifista que queria ser escritor e foi parar no maior conflito da História da humanidade.
Dividido em quatro partes, Jambocks! contará como foram os primórdios da Força Aérea Brasileira e sua atuação na guerra. Neste segundo volume vemos como foi o treinamento da FAB no Panamá.
Além de extras especiais, esta edição ainda traz um prefácio de João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso, escritor e presidente do Grupo Histórico FEB.
“Jambocks” foi o nome de código que os americanos deram aos pilotos brasileiros, e a explicação dada foi apenas que, embora não constasse em nenhum dicionário, a palavra significava “chicote”. Anos mais tarde, o Brigadeiro Rui Moreira Lima ficou sabendo que, na verdade, era um chicote especial.
No início o Sambok era uma vara de madeira usada para castigar os escravos na Indonésia. Em 1804 os sul-africanos brancos trocaram a vara por couro de rinoceronte ou hipopótamo e usavam o agora chamado Sjambok para castigar os escravos negros. A palavra foi então “americanizada” e usada para identificar o Grupo de Caça brasileiro na Itália.
No livro Senta a Pua!, o Brigadeiro Rui atenta para a ironia de que um nome utilizado para um instrumento que causava sofrimento aos negros estava agora sendo usado contra os arianos de Hitler.

Jambocks! – Parte 2: Defendendo o Canal do Panamá
História: Celso Menezes
Arte: Felipe Massafera
Acabamento: Brochura com laminação fosca, reserva de verniz e orelhas
Miolo: 56 páginas coloridas sobre papel couchê 115 g/m²
Formato: 18,0 cm × 28 cm
ISBN: 978-85-7532-508-7